O Marrú abre os sete dias das 12h às 23h na Rua do Beija-Flor, na Praia da Pipa, com mesas na área externa, bar próprio e brunch. Veja se tem lugar.
A Rua do Beija-Flor é uma das ruas da Praia da Pipa, e no número 61 tem uma casa que abre a porta ao meio-dia e fecha às onze da noite, nos sete dias da semana. Onze horas corridas com brunch, almoço e jantar na mesma jornada, mesas dentro e fora, e bar próprio. Se você procura um restaurante aberto todo dia na Pipa, aqui não precisa olhar o relógio antes de sair.
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| Tipo | Restaurante · porções pequenas |
|---|---|
| Região | Rua do Beija-Flor, Praia da Pipa |
| Endereço | R. do Beija-Flor 61, Praia da Pipa, Tibau do Sul (RN) |
| Horário | Todos os dias 12:00–23:00 |
| Serviço | Salão, mesas na área externa e para viagem |
| Refeições | Brunch, almoço, jantar e sobremesa |
| Reservas | Sim |
| Estacionamento | Gratuito na rua |
| Contato | +55 84 99686-5160 |
O cardápio é curto e está escrito com produto da região nomeado pela origem: manteiga artesanal, mel de engenho, ovos de galinha caipira, ervas de agricultura familiar, farinha de mandioca de um produtor do estado. São dois blocos —entradas e pratos principais— mais uma linha para criança.
Abre com os pães artesanais de fermentação natural, que vêm com manteiga artesanal, azeite defumado e mel de engenho. Do lado, a salada do sertão: mix de folhas e ervas de agricultura familiar, picles de vegetais da terra, creme de castanha de caju caipira e azeite verde de coentro.
Do mar saem as ostras frescas, o crudo de peixe —o peixe do dia em lâminas, com flor de sal, conserva de pimenta de cheiro tostada, leite de tigre de coco, cebola roxa e chips de batata doce—, as lambretas na nata, cozidas ao molho de vinho com nata e bacon artesanal, e o sonho de polvo, massa de pão doce frita recheada com polvo e maionese caseira de alho.
Da terra tem dois que resumem a cozinha: o tartar de carne de sol artesanal, cortado na ponta da faca, com emulsão de mostarda dijon, queijo curado e tapioca crocante, e o croquete de cupim, com o cupim selado na brasa e cozido no próprio caldo até desmanchar. Fecha a burrata.
São cinco e cada um trabalha um produto diferente. O camarão potiguar vai com espaguete caseiro feito com ovos de galinha caipira, cozido no molho bisque de camarão, com farofa de pão com manteiga da terra e bottarga. O arroz de polvo é gratinado com parmesão e finalizado com os tentáculos tostados na brasa. A galinha caipira confit chega com canjiquinha de milho cremosa, jus de frango e quiabo tostado. O cupim casqueado é assado em baixa temperatura e finalizado na brasa, com mussarela de batata com alho e molho roti de cebola roxa.
O quinto é para duas pessoas: o peixe espalmado, peixe fresco do dia grelhado na brasa, com salada cítrica de folhas e ervas, pirão de peixe com açafrão, farofa de castanha de caju com farinha de mandioca de Enejinho (RN) e arroz de alho. É o prato para pedir quando a mesa é de dois e a ideia é ficar.
Para criança tem massa caseira salteada na manteiga ou ao molho de tomate, com carne ou peixe grelhado e batata frita.
A casa declara quatro serviços: brunch, almoço, jantar e sobremesa, dentro de uma jornada corrida de onze horas. Isso descreve que tipo de lugar é: não está organizado em torno de um turno, e sim em torno do dia inteiro. O brunch, com a porta abrindo ao meio-dia, é aquele que resolve a manhã que começou tarde.
Come-se de duas formas. Na mesa, com garçom. Ou no balcão, que é a opção para quem está só, para dois que chegam sem reserva ou para quem quer comer sem ocupar uma mesa. Ter as duas coisas declaradas amplia o uso do lugar. E também preparam para viagem.
Tem bar no local, e isso muda a ficha. Não é uma carta de bebidas para acompanhar a comida: é um balcão com coquetelaria, cerveja, destilados e café, num restaurante aberto do meio-dia às onze da noite.
Na prática, significa que o mesmo lugar serve para três planos diferentes. Um café com uma sobremesa no meio da tarde, na volta da praia. Uma cerveja no balcão antes de decidir se fica para jantar. Ou um coquetel que abre a noite sem sair da cadeira. Com o balcão atendido e a cozinha trabalhando onze horas corridas, não precisa combinar nada: entra e pede.
A própria casa se descreve como aconchegante, casual e tranquila. Três adjetivos, sem rodeio: entra-se como se vem da praia e a mesa não tem protocolo.
Tem mesas na área externa além do salão, o que dá duas opções conforme a hora. Ao meio-dia e no meio da tarde, a sombra de dentro. À noite, com o clima do Rio Grande do Norte, jantar na área externa vira o plano natural.
O balcão é o terceiro espaço, e é o que define o caráter do lugar: um restaurante com bar próprio e atendimento no balcão não é só um salão de refeições, é também um lugar para ficar um pouco.
O dado que importa é simples: todos os dias, das 12h às 23h. Onze horas corridas, nos sete dias, sem dia de descanso.
Isso resolve os dois momentos em que na Pipa é difícil achar cozinha aberta. O primeiro é o meio da tarde: entre as três e as seis muitas cozinhas da vila ficam fechadas entre turnos, e aqui o serviço não para. O segundo é a segunda-feira, quando boa parte dos locais descansa: o Marrú abre igual.
Dentro do dia, o horário se lê assim. Ao meio-dia começa com brunch e almoço ao mesmo tempo. Entre as três e as seis fica a faixa tranquila, boa para um café, uma sobremesa ou um drink no balcão. A partir das sete começa o jantar, e a cozinha vai até as onze, então uma mesa que senta às dez entra sem problema.
Aceitam reservas, então para mesa grande ou fim de semana de alta temporada vale avisar antes. Para as outras ocasiões, uma mensagem curta perguntando se tem lugar já resolve.
Rua do Beija-Flor 61, na Praia da Pipa, Tibau do Sul. Fica numa rua da vila, não no eixo principal, e dá para chegar a pé do centro da Pipa e da descida para a Praia da Pipa.
Se você vem de carro, tem estacionamento gratuito na rua, que no centro da Pipa é um dado de peso real: quem já tentou deixar o carro na vila num sábado de janeiro entende por que isso está nessa tabela. Se você está do lado do Madeiro ou da Praia do Amor, descer de carro e se mover a pé a partir daqui funciona bem.
Chegando de Natal ou do aeroporto, veja as opções de transfers.
Para quem precisa comer numa hora estranha. Onze horas corridas, nos sete dias: às três da tarde e às dez da noite tem cozinha trabalhando.
Para uma mesa com crianças. O local se declara adequado para crianças, tem mesas na área externa e tem onde deixar o carro na rua, sem pagar.
Para quem chega sozinho ou a dois sem reserva. O balcão é atendido: come-se ali mesmo, sem esperar uma mesa vagar.
Sim. Abre os sete dias da semana, das 12h às 23h, segunda incluída, e o horário é corrido: declara brunch, almoço e jantar, e não fecha entre o almoço e o jantar.
Fecha às 23h, então vale entrar com folga se o jantar for longo.
Nove entradas e cinco pratos principais. Das entradas, ostras frescas, crudo de peixe, lambretas na nata, sonho de polvo, tartar de carne de sol, croquete de cupim, os pães artesanais, a salada do sertão e burrata. Dos principais, camarão potiguar, arroz de polvo, galinha caipira confit, cupim casqueado e o peixe espalmado.
Tem: o peixe espalmado, com o peixe do dia na brasa, pirão com açafrão, farofa de castanha de caju e arroz de alho. Está no cardápio como prato para dois.
Aceitam reservas. Não é obrigatório, mas para mesa grande e fim de semana de temporada vale avisar pelo WhatsApp.
Sim, o local se declara adequado para crianças, e tem um prato próprio para elas: massa caseira na manteiga ou ao molho de tomate, com carne ou peixe grelhado e batata frita.
Sim. Tem mesas fora e também salão, além do balcão, e tem estacionamento gratuito na rua.
Dá as duas. Tem bar no local com atendimento no balcão —coquetelaria, cerveja, destilados e café— e além disso preparam pedidos para viagem.